Flávio Bolsonaro lidera disputa presidencial no Mato Grosso do Sul
No Mato Grosso do Sul, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) marca ampla vantagem sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na corrida presidencial. A pesquisa eleitoral Real Time Big Data no estado foi publicada recentemente.
Nos dois cenários simulados, Flávio Bolsonaro mantém 43% das intenções de voto, enquanto Lula oscila entre 29% e 30% do eleitorado. No limite da margem de erro, a vantagem do senador sobre o petista varia de 9 a 10 pontos percentuais.
Na sequência, tecnicamente empatados na terceira posição, estão o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), com 5%; o ativista Renan Santos (Missão), com 3%; e o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), com 2%. O ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) também aparece com 2% do eleitorado, mas anunciou sua desistência da corrida presidencial.
- Flávio Bolsonaro (PL): 43%
- Lula (PT): 30%
- Ronaldo Caiado (PSD): 5%
- Renan Santos (Missão): 3%
- Romeu Zema (Novo): 2%
- Não sabe/Não Respondeu: 9%
- Nulo/Branco: 8%
Já no segundo turno, Flávio Bolsonaro marca 51% do eleitorado sul-matogrossense contra 34% de Lula — considerando a margem de erro, o senador tem de 13 a 17 pontos percentuais de vantagem sobre o atual presidente.
- Flávio Bolsonaro (PL): 51%
- Lula (PT): 34%
- Não sabe/Não Respondeu: 7%
- Nulo/Branco: 8%
Lula é rejeitado por seis em dez eleitores no Mato Grosso do Sul
Ainda conforme a pesquisa Real Time Big Data, o presidente Lula lidera o ranking da rejeição eleitoral no Mato Grosso do Sul. O petista é considerado opção inviável para 61% dos eleitores no estado, seguido por Flávio Bolsonaro (38%) e Ciro Gomes (30%).
- Lula (PT): 61%
- Flávio Bolsonaro (PL): 38%
- Ciro Gomes (PSDB): 30%
- Ronaldo Caiado (PSD): 25%
- Renan Santos (Missão): 23%
- Romeu Zema (Novo): 20%
A pesquisa Real Time Big Data entrevistou 1.600 eleitores no Mato Grosso do Sul entre os dias 9 e 11 de maio de 2026. A margem de erro é estimada em 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.
Fonte: Veja • Categoria: Política
Publicado em 12/05/2026 às 10:00